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Sistema Spider

O Sistema Spider é uma solução de envidraçamento exterior que permite  a fixação dos vidros à estrutura por intermédio de ferragens especiais articuladas, além de unir leveza, segurança e performances à realização de obras amplamente envidraçadas, lisas e transparentes.

O princípio funcional consiste em suportar, de forma rigorosa e graças às fixações articuladas, os esforços ligados ao peso próprio dos vidros e às cargas climáticas.

O sistema utiliza vidros sustentados por parafusos e fixados a uma estrutura portante destacada do plano dos vidros. Este tipo de fixação pode ser usada em fachadas e coberturas, e é apropriada para vidros Monolíticos, Laminados ou Duplos.

O que faz o sistema ser especial é sua flexibilidade, obtida por um dispositivo especial, a rótula, que permite que o plano de vidros flexione livremente sob ação dos ventos.

Para limitar as tensões os parafusos articulam em todas as direções fazendo com que os vidros flexionem. Deste modo é possível vencer planos maiores do que com vidros da mesma espessura fixados em pontos rígidos, permitindo assim maximizar a transparência.

Existem três tipos de rótulas, uma específica para cada tipo de vidro e são fabricadas à total prova de vandalismo, tornando-se impossível a remoção ou desmontagem do sistema pelo lado de fora.

Existem dois modelos diferentes de aranhas: de aço inoxidável e de alumínio.

Ambas possuem a mesma resistência, com a diferença que a de alumínio pode receber tratamento na cor que o cliente desejar, enquanto a de aço inox é padrão.

Exemplos de Fixação por Rótulas

O peso dos vidros é suportado somente pelos parafusos superiores. Por esta razão cada chapa fica pendurada e flexível.

Para evitar que os parafusos inferiores suportem parte deste peso, seus furos correspondentes na estrutura suporte são folgados, permitindo a compensação das tolerâncias dimensionais e dos movimentos diferenciais entre os materiais na posição dos furos.

Onde os vidros estão inclinados - numa cobertura por exemplo - o peso dos vidros é suportado por todos os parafusos.

Porém é preciso assegurar-se que os parafusos inferiores estejam livres para movimentarem-se no plano dos vidros para compensar as tolerâncias dimensionais,

como cargas de vento e expansões térmicas, e os movimentos diferenciais, como mudanças climáticas.

Quando o vento atinge um edifício, as superfícies expostas são submetidas tanto à pressão do vento quanto à sucção. Os esforços de sucção são os piores. Os parafusos são submetidos a grandes tensões de tração e tem que ser capazes de resistir quando tentam ser arrancados dos vidros.

As cargas de vento são calculadas de acordo com as Normas Brasileiras e variam de acordo com o local (praia, centros urbanos), com a altura dos vidros em relação ao solo, com a forma dos edifícios e com a localização das peças de vidro na fachada.

Movimentos Diferenciais

Sob a influência de diferentes temperaturas, os vidros e as estruturas portantes dilatam-se ou contraem-se, mas nunca na mesma medida. Esta expansão ou contração diferencial sempre induzirá um movimento diferencial entre as chapas e seu suporte.

Os parafusos são projetados de forma particular para permitir esta liberdade de movimento entre os vidros e a estrutura, evitando assim o risco de quebra.

Para melhor desempenho, as juntas entre as chapas são feitas com silicone flexível e dimensionadas de modo a resistir às tensões de tração e compressão sem que ocorra ruptura.

Abaixo Spider Instalado por Nossa Empresa


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